Com a navegação permitida novamente após a guerra, o rio Paraguai passou a contribuir de forma significativa para o desenvolvimento das indústrias de carne bovina e, principalmente, das usinas de cana, já que servia como canal de escoamento de sua produção.

Conhecidos na região desde meados do século XVIII, o cultivo da cana e a fabricação de açúcar, rapadura e aguardente só puderam ser implementadas no século seguinte. No entanto, continuaram se baseando no modelo colonial de produção, dominada pelos coronéis usineiros, muito influentes na política do estado.