Estudos indicam que a fauna pantaneira é composta por espécies oriundas de biomas vizinhos. Essas espécies penetram no Pantanal acompanhando o sentido dos grandes rios.

Praticamente a única atividade econômica desenvolvida na planície é a pecuária, cuja rentabilidade é relativamente baixa.

A diversificação dos meios de produção da planície representa uma estratégia importante para o desenvolvimento socioeconômico e para a conservação da região. A utilização de populações naturais das espécies nativas atribui valor econômico adicional aos habitats da planície, e não representa prejuízo ou agressão ambiental, assim como não contraria qualquer princípio legal, ecológico ou de conservação.

A fauna oferece grande oportunidade de diversificação agropecuária, além de ser um grande atrativo turístico. Para isso, é necessário viabilizar soluções tecnológicas para o desenvolvimento sustentável do agronegócio do Pantanal, por meio da geração, adaptação e transferência de conhecimentos e tecnologias, em benefício da sociedade.

Em relação à criação de cativeiro, as emas, por exemplo, são relativamente fáceis de se criar em regime semi-aberto. Isso contribuiu para a sua conservação e reintrodução em áreas onde foram extintas.