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A pecuária
O Pantanal tem na pecuária a principal atividade econômica, que se espalha por mais de 139.000 km2 do território brasileiro. Os 4.500 estabelecimentos agropecuários são uma grande fonte de mão-de-obra: emprega cerca de trinta mil pessoas.
Após se depararem com inúmeras dificuldades do ponto de vista ambiental, os fazendeiros pantaneiros aprenderam a lidar com a pecuária, passando a desenvolver técnicas capazes de gerar rendimentos cada vez maiores na produção. A divisão das propriedades em áreas menores por meio de cercas de arame, a introdução do trator, a melhoria do rebanho com a inclusão do gado zebu e pastagens cultivadas foram alguns avanços nesse sentido, facilitando bastante o trabalho dos pecuaristas.
Como o fazendeiro, no Pantanal, necessita de 3,6ha para criar uma rês (3,6 ha/cabeça) e a área total da planície equivale a 14 milhões de hectares, podemos dizer que a região tem capacidade para uma população de 3.800 mil bovinos.
A mineração
A atividade garimpeira entrou para a história dos estados do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul no início do século XVIII.
Atualmente enfrenta uma de suas piores crises, devido, sobretudo, à elevação dos custos de exploração e das restrições impostas pela legislação, restringindo-se a praticamente três garimpos.
Agricultura
Inexpressiva do ponto de vista econômico, é quase toda voltada à subsistência, apesar de ter produção suficiente para o abastecimento de grandes fazendas.
Hoje, a atividade está reduzida a mais ou menos 5.000 hectares de cultura irrigada de arroz, nos municípios de Aquidauana e Miranda.
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Erosão
A ocupação desordenada do solo pantaneiro ganhou força a partir de 1970, com a multiplicação dos eixos rodoviários e a intensificação da agricultura nos planaltos do leste (bacia do alto Taquari);
Sem qualquer preocupação com manejos de pastagens e conservação do solo, essas ações, que se estenderam para outras regiões, iniciaram um processo erosivo de grande impacto, comprometendo a atividade agropecuária. Com as descargas crescentes de sedimentos nos rios, os assoreamentos tornaram-se freqüentes, aumentando as áreas de alagação.
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